Plano pretende consolidar base exportadora do Rio Grande do Norte

Preparar empresas potiguares com potencial para entrar no mercado internacional e ampliar a base exportadora do Rio Grande do Norte, já que o estado responde por apenas 1,6% do total de vendas externas do Nordeste.

Essa é a meta do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) no Estado, que foi lançado nesta terça-feira (1), em solenidade realizada na sede do Sebrae-RN. A proposta é capacitar e auxiliar empresas locais e aumentar as exportações do Estado. O plano tem como alvo principal as pequenas e médias empresas que buscam informações, treinamento e assistência para exportar seus produtos.

O plano é uma iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que conta com a parceria do Sebrae no Rio Grande do Norte, Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern), Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Receita Federal, Correios, Banco do Brasil, Universidade de Potiguar (UnP) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Durante a solenidade de lançamento, o coordenador-geral de Programas de Apoio à Exportação do MDIC, Eduardo Weaver, explicou que o PNCE vai trabalhar com três principais frentes: empresas que não exportam e que têm potencial para fazer parte da base exportadora do Estado; empresas que exportam eventualmente e querem ser exportadoras frequentes; e empresas que já exportam e precisam se consolidar no exterior.

Base de exportação

No ano passado, o RN foi 21º exportador entre os estados brasileiros e o sétimo do Nordeste. Em 2015, as exportações totalizaram U$ 318 milhões e as importações US$ 248 milhões, gerando um superávit superior a US$ 70 milhões.

As áreas de vocação e potencial de exportação no Rio Grande do Norte são a castanha, a carcinicultura, as frutas, principalmente o melão, as confecções, o pescado, entre outras.

No ano passado, 57,5% da pauta de exportações do Rio Grande do Norte foi composta por produtos básicos, 40,6% por bens industrializados (manufaturados e semimanufaturados). Os principais itens exportados durante o ano foram óleos combustíveis, melões, tecidos de algodão, castanha de caju e peixes congelados.

A CODERN esteve representada na reunião por Kayo Rodrigo Fernandes Carlos da Costa, Assessor da Diretoria Técnica-Comercial.

Informações: Assessoria de Imprensa do SEBRAE-RN

Foto: Marco Polo

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